UM BOBO SEM CONTROLE
É o fim da minha construção.
O monumento arquitetônico de unhas e ossos desmoronou
Cumpri meu prazo existencial na terra
É hora de me demolir em pedaços fração por fração
Despedaçar e romper com os laços da sociedade de pedra
É incêndio nas estruturas precárias da minha alma em ruínas
Um dia as colunas fortes de cimento envelhecem e caem
Noutro dia voltam a se reconstruir na razão da esperança
É hora de angustia e falecimento!
È tempo de razão e conhecimento!
Devo dirigir-me logo a rodovias sobrenaturais… Perdi a direção!
Seguindo os faróis obscuros da loucura…
Consumindo o combustível da vida sem controle.
Guiando-me sem volante
E enxugando o rastro da chuva no pára-brisa…
Estou leve e sem freios na rodagem!
Jeff, me desculpa se estiver errado, mas esse texto n eh tematizado tbm em morte?? Sei lah.. parece. Mas tah excelente como todos os outros. ^^
OBRIGADO PELO COMENTÁRIO LUCAS! QUANDO O POEMA DIZ “CUMPRI MEU PRAZO EXISTENCIAL NA TERRA” QUER DIZER QUE JÁ “AMOU”..O AMOR É A NOSSA MISSAO NA TERRA….ENTAO É UM POEMA QUE FALA DE DESPEDIDA, DIVIDA QUITADA… O LEITOR PODE ENCHERGAR ISSO COMO MORTE..
ESPERO MAIS COMENTS SEUS!!